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Diabetes e a COVID-19

Como todos já sabem o coronavírus se espalha com uma taxa alta de transmissibilidade, sendo o contágio através do ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas. As pessoas do grupo de risco são aquelas que terão maiores chance de complicações da doença, ou seja, são pacientes que já possuem alguma doença prévia que quando contrai o COVID-19 tem maior chance de ter o caso grave. O grupo de risco se compõe de: idosos, diabéticos, cardiopatas, portadores de doenças crônicas. Assim, pessoas com diabetes não tem maior risco de infecção, mas sim de maior gravidade da COVID-19. Os diabéticos que terão provavelmente resultados piores ao contraírem COVID-19 são aqueles que possuem: Longo período de DM Mau controle metabólico (açúcar no sangue alto) Presença de complicações da diabetes Doenças concomitantes (outras doenças) Idosos > 60 anos Calma, não entre em pânico se você for diabético! O risco de complicações na pessoa com diabetes BEM CONTROLADA é menor, tanto para diabetes mellitus tipo 1 quanto para tipo 2, sendo quase igual ao das pessoas sem diabetes. Logo, paciente diabético além das prevenções básicas (como lavar bem as mãos, usar álcool em gel, usar máscaras, evitar tocar mucosas dos olhos boca e nariz, não compartilhar objetos de uso pessoal, manter ambiente bem ventilado ) deve manter um bom controle glicêmico. Como o controle glicêmico é a chave para o sucesso , monitorar frequentemente sua glicemia e ajustar medicações em geral ou insulinas - sempre com orientação médica - são pontos essenciais que podem prevenir complicações não apenas desta virose como também do próprio diabetes. Além do uso correto das medicações faz-se necessário ter uma boa alimentação, com alimentos saudáveis e evitando os industrializados, e manter-se ativo. Cuide da sua saúde. Siga as orientações do seu médico. Prevenir é o melhor remédio! Referência: Sociedade Brasileira de Diabetes Dra. Mariana Mendes (CRM 162.093) Titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia RQE: 73.776

Alergias: conheça os sintomas, prevenção e tratamentos

Nos meses de maio e julho, celebra-se o Dia Nacional e Mundial da alergia , que tem por objetivo conscientizar a população sobre os riscos como se prevenir desta condição. As datas escolhidas se deu por conta do outono e inverno. Nestas épocas do ano a baixa umidade do ar favorece o aumento de alergias respiratórias e de pele, principalmente em crianças, idosos e portadores de doenças crônicas. O que é a alergia? A alergia acontece quando o sistema imunológico reage a substâncias aparentemente inofensivas. Alguns elementos conhecidos como alérgenos são: ácaros, pólen, pelos de animais e alguns mais específicos, como medicamentos e alimentos. Os tipos mais comuns de alergias são: respiratória, alimentar, de pele e alergia ao leite. Os sinais e sintomas da alergia variam de acordo com o alérgeno envolvido, mas cada tipo possui um quadro específico de reações: alergias respiratórias: espirros, nariz congestionado, olhos lacrimejantes, vermelhos ou inchados, inchaço da boca ou vias respiratórias, pálpebras inchadas e coriza; alergias na pele: inchaço, edema, coceira, vermelhidão, pele seca, erupção cutânea, tosse, aperto no peito, chiado ou falta de ar (alergia a picada de insetos); alergia alimentar: inchaço nos lábios, língua, face ou garganta, urticária, formigamento na boca, diarreia, dor de estômago, náuseas e vômitos. O tempo seco causa ressecamento das vias aéreas e viabiliza a proliferação de vírus e agravamento de doenças e alergias respiratórias, como a asma, que pode ser crônica ou alérgica. A prevenção contra as doenças respiratórias, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), asma e pneumonia é fundamental durante todo o ano e deve ser redobrada nesse período. A rinite alérgica, por exemplo, pode ser agravada em razão da falta de umidade no ar. Veja algumas medidas simples de prevenção: Ingestão de água; Uso de hidratantes corporais; Uso de soro fisiológico; Ficar em locais ventilados As alergias mais comuns nesta época do ano são as rinites e as sinusites que são inflamações das vias respiratórias provocadas pelas variações climáticas bruscas e o contato com o pó e poluentes. Nessa época, é muito importante hidratar o corpo. O hidratante não pode faltar no tratamento da pele, mesmo que seja necessário utilizá-lo várias vezes ao dia. Pessoas com pele mais sensível, que tenham doenças de pele ou pré-disposição a desenvolvê-las, também podem ter agravamento dos sintomas durante o clima seco. Dicas para evitar agravamento de doenças de pele durante o tempo seco: Beba bastante água, pelo menos 2 litros por dia; Use hidratante corporal todos os dias, principalmente após o banho. Se necessário, utilize-o várias vezes ao dia; Com o ressecamento, ocorrem coceiras na pele. Evite coçar-se, pois isso pode causar inflamações ou até mesmo infecções; Evite tomar banhos demorados, com água muito quente; Em caso de ressecamento severo da pele, procure seu dermatologista.   Fonte: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP  

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