Podcast do AUSTA - Blog - Austa Hospital

13/03/2019

Podcast do AUSTA

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08 de fevereiro

Você já ouviu falar no Estatuto do Enfermo?

O Dia Mundial do Enfermo alerta instituições e profissionais da saúde para normas básicas que estabelecem os direitos e os deveres dos doentes. Dia 11 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Enfermo. A data, de origem religiosa, tem o intuito de alertar a sociedade, instituições, profissionais da saúde e comunidade mundial para a necessidade de condições melhores de tratamento e atenção às pessoas doentes. A data foi constituída pelo Papa João Paulo II, em 1992. No Brasil, o Dia do Enfermo foi instituído através de uma iniciativa do Ministério da Saúde que, em 2002, lançou o programa de humanização dos hospitais, procurando transformá-los em ambientes mais humanos e sociáveis, não só entre os profissionais e os doentes, como também com a participação de parentes e amigos. Um ano antes foi proposto ao senado a criação e instituição do Estatuto do Enfermo. No início de fevereiro deste ano, o Vaticano publicou a mensagem do Papa Francisco para o XXX Dia Mundial do Enfermo – que nesse ano tem como tema uma citação do Evangelho de Lucas: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”, com o subtítulo “Colocar-se ao lado de quem sofre num caminho de caridade”. “O doente é sempre mais importante do que a sua doença, e por isso qualquer abordagem terapêutica não pode prescindir da escuta do paciente, da sua história, das suas ansiedades, dos seus medos”, apontou Francisco durante o texto. Os direitos e deveres dos doentes O Estatuto do Enfermo busca garantir direitos como o de tomar conhecimento de informações completas sobre sua doença e de ter socorro imediato por meio de tratamento gratuito do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como o direito do enfermo à total preservação do segredo (para terceiros) dos seus diagnósticos e tratamentos, mesmo quando revelados em forma codificada. Em relação aos deveres, o documento cita, por exemplo, o dever de fornecer aos profissionais de saúde todas as informações necessárias para obtenção de um correto diagnóstico e adequado tratamento. Além do dever de zelar pelo seu estado de saúde e de respeitar as regras de funcionamento dos serviços de saúde. SEGURANÇA DO PACIENTE: Baixe agora nosso e-book! Estatuto do Enfermo Parlamentares apresentaram ao senado, em 2001, o projeto do Estatuto do Enfermo, que trata dos direitos básicos do doente, visando garantir o seu bem-estar durante e após o tratamento. O projeto classifica como enfermo todo indivíduo que tenha doenças físicas, mentais ou psicossociais e engloba a relação do doente com profissionais de saúde, instituições médico-hospitalares, seguradoras e planos de saúde. Segundo os senadores que criaram o projeto, o objetivo é criar uma norma que estabeleça os direitos básicos do enfermo e que, a partir daí, venha a nortear a sua defesa. O estatuto estabelece também que as atitudes médicas devem ter como objetivo a plena recuperação do enfermo e proíbe a omissão ou adiamento de socorro a quem necessitar. O doente tem garantido o direito de ser informado sobre as características, gravidade e riscos da doença e do respectivo tratamento, além de poder escolher, se for capaz mentalmente, o tipo de tratamento. O estatuto estabelece, ainda, que o doente não poderá tomar a iniciativa de abreviar ou acabar com a própria vida. Nos casos de infrações cometidas por instituições de prestação de serviço de saúde, as penalizações serão determinadas pelos dispositivos contidos no Código de Defesa do Consumidor e na Lei de Vigilância Sanitária. O projeto encontra-se na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e aguarda o recebimento de emendas. Fonte: Agência Senado Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP Portal Vida e Família

15 de outubro

Grupo AUSTA lança o projeto “AUSTA ao vivo” para debater temas sobre saúde

O Grupo AUSTA lança o projeto "AUSTA ao vivo", no qual, através de lives nas redes sociais, profissionais de saúde irão debater temas que promovam a saúde, conscientizando as pessoas para cuidarem de si. Através da interação com o público on-line, o AUSTA pretende aproveitar o alcance significativo das redes sociais e levar informação segura e de qualidade ao número máximo de pessoas. Prevenção e qualidade de vida "Será um espaço de discussões, troca de conhecimento sobre temas importantes sobre a saúde e o bem-estar, numa linguagem simples e acessível, para que realmente todos compreendam e, desta forma, contribuir para a prevenção de doenças e melhor qualidade de vida", afirma Luciana Rocha, gerente de Marketing e Comunicação do AUSTA. O primeiro "AUSTA ao vivo" acontece no dia 21 de outubro, com a temática voltada ao Outubro Rosa. A oncologista clínica Káthia Abdalla e o cirurgião oncológico Osvaldo Passos participam de live aberta (sem necessidade de inscrição prévia), transmitida, a partir das 20 horas, nas redes sociais do Grupo AUSTA, AUSTAclínicas e AUSTA hospital (Facebook, Instagram e Youtube). A live terá duração de cerca de 40 minutos, durante os quais os médicos vão orientar as pessoas sobre a prevenção ao câncer e esclarecer dúvidas da audiência. "A realização destas lives junta-se a outras várias iniciativas do AUSTA disponíveis para toda a sociedade que têm por objetivo estimular o autocuidado, como as cartilhas de saúde, podcasts, conteúdos de prevenção, entre vários outros disponíveis em nossos canais na internet", ressalta a gerente de Marketing e Comunicação do AUSTA.

23 de agosto

AUSTAclínicas inaugura unidade em Iturama para se aproximar ainda mais da população

A AUSTAclínicas, uma das maiores operadoras de saúde da região, inaugura oficialmente em Iturama (MG), no dia 26 de agosto, sua unidade de relacionamento com clientes. Vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na avenida Belo Horizonte, 1637, no centro da cidade. O telefone é (34) 3415-8900. “Temos um número de clientes muito expressivo em Iturama, esta importante cidade do Triângulo Mineiro e que está muito integrada à região noroeste do Estado de São Paulo. Queremos estreitar ainda mais o vínculo que construímos com a população de Iturama e das cidades vizinhas. Esta unidade é fundamental para aprimorarmos ainda mais o atendimento seguro e humanizado que caracteriza o Grupo AUSTA e suas empresas”, afirma Rafael Chanes, gerente-geral do AUSTA. Com 39 mil habitantes, Iturama se destaca como centro regional do Pontal do Triângulo Mineiro, por oferecer importante estrutura nas áreas de saúde, educação, comércio, hotelaria e serviços para toda a microrregião. Sua economia é baseada na agricultura e no pastoreiro, na plantação de cana-de-açúcar, na produção do álcool e na prestação de serviços. Com a inauguração da unidade, a população de Iturama e da região terá o conforto e a rapidez de ter próximo dela serviços como autorização de exames e atendimento comercial, obter todas as informações sobre os planos de saúde individual, familiar e de empresa oferecidos pela AUSTAclínicas. AUSTAclínicas – uma das maiores operadoras de saúde da região Empresa do Grupo AUSTA, a AUSTAclínicas é uma das maiores operadoras de saúde do noroeste paulista, com mais de 69 mil clientes, 505 médicos credenciados, hospital próprio e outros hospitais credenciados na região, centenas de clínicas e dezenas de laboratórios. Desde sua fundação, a AUSTAclínicas é referência em inovação, ao incorporar serviços e produtos inéditos na região. Foi assim ao lançar o modelo de coparticipação com o plano MEDIDA CERTA e o AUSTA + FÁCIL, com atendimento integrado e próximo que satisfaz anseios das pessoas que decidem ter um plano adequado a seu perfil. Atenta à necessidades da comunidade, a AUSTAclínicas desenvolveu diversificada gama de planos de saúde individuais, familiares e empresariais, além do plano odontológico. O acesso rápido e seguro dos clientes aos serviços médicos credenciados pela operadora é proporcionado, também, pelo Resgate AUSTAclínicas. O serviço conta com equipe especializada – médico, enfermeiro e socorristas (motoristas habilitados à direção defensiva e pronto-socorrismo), ambulâncias de suporte básico e UTI móvel equipada. A AUSTAclínicas disponibiliza a seus clientes e familiares atendimento de urgências e emergências em qualquer parte do país, pelo Sistema Abramge. AUSTAclínicas – Unidade de Iturama Avenida Belo Horizonte, 1637, Centro Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h Telefone: (34) 3415-8900

10 de agosto

Procedimentos realizados pela Hemodinânica IMC

Conheça os exames e as intervenções cirúrgicas que salvam vidas A Hemodinâmica IMC realiza procedimentos por meio de técnicas minimamente invasivas, muitas vezes substituindo cirurgias, reduzindo tempo de internação e complicações para o paciente. Conduzida por médicos e enfermeiros hemodinamicistas experientes, a Hemodinâmica IMC está preparada para atender quadros de alta complexidade, inclusive os emergenciais. É referência em diagnóstico e tratamento de patologias cardiovasculares e neurológicas há mais de 40 anos em São José do Rio Preto. Equipada com aparelhos modernos, que oferecem inovação tecnológica, somado à excelência médica IMC que você conhece e confia. A Hemodinâmica IMC realiza mensalmente cerca de 70 cateterismos, 25 angioplastias com implante de stent e 20 ablações (correção de arritmias), além de inúmeros tratamentos de cardiopatias congênitas durante o ano e outros procedimentos inovadores na medicina. CATETERISMO O Cateterismo cardíaco é muitas vezes confundido com um procedimento, mas na verdade ele é um exame muito importante para a Cardiologia, pois é através dele que o médico pode diagnosticar obstruções nos vasos sanguíneos e outros problemas estruturais do coração. Essas obstruções nas artérias coronárias são causadas por placas de ateroma, que é a formação das chamadas placas de gordura nas paredes das artérias. Elas limitam e, dependendo do caso, impedem a passagem do sangue para o coração, nesses casos em que o fluxo é interrompido, o músculo cardíaco pode sofrer o infarto. ANGIOPLASTIA COM IMPLANTE DE STENT A angioplastia é um dos procedimentos realizados pela Hemodinâmica IMC. Ele repara um vaso deformado, estreitado ou dilatado através de um cateter. Durante a angioplastia, o paciente pode receber um stent, uma pequena malha de aço cirúrgico responsável por manter a normalidade no fluxo sanguíneo das artérias. Siga os posts para saber mais sobre esse procedimento. ULTRASSOM INTRACORONÁRIO O IMC e HMC disponibiliza um dispositivo de alta tecnologia para investigação e tratamento da Doença Arterial Coronariana, doença que causa a obstrução das artérias e vasos do coração. O Ultrassom Intracoronário (IVUS), permite visualizar a imagem por dentro da artéria, em três dimensões, semelhante à uma visão real e detecta lesões obstrutivas por placas de gordura, que seriam difíceis de quantificar no cateterismo cardíaco ou na angiografia com contraste. Ele também auxilia no implante dos stents, otimizando a visualização e o posicionamento na parede das artérias, que são vistas por dentro. É um procedimento minimamente invasivo, com anestesia local, realizado por um cateter com um pequeno transdutor inserido na ponta, uma espécie de câmera que transmite as imagens do interior das artérias. ABLAÇÃO A ablação é o procedimento mais eficiente para o tratamento definitivo das arritmias cardíacas. É realizada através dos cateteres por veias e artérias, sem a necessidade de abertura do tórax, dessa forma, a recuperação é muito rápida e totalmente indolor. Os cateteres são posicionados no foco da arritmia e uma energia, chamada radiofrequência, que aquece o tecido é aplicada, eliminando a arritmia. TAVI – IMPLANTE TRANSCATETER DE VALVA AÓRTICA O Implante Transcateter de Valva Aórtica, procedimento conhecido como TAVI, corrige a Estenose Aórtica (EA), um estreitamento da válvula que impede o fluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo para a aorta. O implante mudou a história das cirurgias cardíacas no mundo por ser realizado de forma minimamente invasiva, permitindo, assim, que pacientes com alto risco ou com impossibilidade cirúrgica pudessem fazer o procedimento de forma segura e corrigir a patologia. O procedimento é realizado através de uma punção na virilha. A válvula nova é guiada por um cateter pela aorta, sob visão de radioscopia e ecocardiografia, até ser posicionada no anel aórtico.

26 de março

Prevenção e tratamento do câncer colorretal

O câncer colorretal, é o segundo mais incidente no brasil, após o câncer de mama nas mulheres e de próstata nos homens. Após a pandemia do novo coronavírus, organizações médicas constaram o aumento do número de casos avançados do câncer de colorretal: “Não há estatísticas fechadas ainda, mas percebemos nitidamente que, como as pessoas deixaram ou adiaram suas consultas, aumentaram os casos avançados”, afirma o cirurgião oncológico do Austa Hospital, Oswaldo Passos Filho. Como muitas doenças, o câncer colorretal pode ser evitado ou descoberto em estágio inicial, se as pessoas adotarem ações preventivas. “Há fatores que predispõe à doença para os quais devemos ficar atentos, como idade e ter casos na família”, destaca o médico. Qual o tratamento do câncer colorretal? Se diagnosticado o câncer, o cirurgião oncológico ressalta que existe uma gama enorme de tratamentos, dentre os quais, o médico irá definir o mais indicado de acordo com as características do paciente e seu estilo de vida. “É uma decisão tomada em conjunto pelo médico e equipe multiprofissional, que depende da localização do tumor no cólon ou reto e do estadiamento da doença. Envolve, claro, o paciente, familiares, cuidadores e as condições clínicas do paciente, suas vontades, valores e crenças”, afirma o cirurgião oncológico. O tratamento do câncer colorretal pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia alvo. Há vários tipos de procedimentos possíveis, contudo, os avanços da medicina resultaram em cirurgias minimamente invasivas e, portanto, muito menos agressivas para o paciente como a colectomia ou retossigmoidectomia (retirada de uma parte do colón ou do reto) por laparoscopia ou cirurgia feita com o auxílio de um robô, além de ressecções mais amplas para garantir as margens de segurança. A técnica cirúrgica, mais uma vez, deve ser definida com bastante critério. “Entre muitos aspectos, deve-se escolher o procedimento que permita ao paciente ficar o menor tempo possível em jejum e ter a melhor e menos traumática recuperação pós-cirúrgica”, explica o cirurgião oncológico do Austa Hospital. O médico faz questão de frisar que toda a elaboração do plano de tratamento envolve uma grande equipe multiprofissional: oncologista clínico, cirurgião oncológico, anestesista, enfermeira estomaterapeuta, nutricionista, psicóloga, fisioterapeuta, entre outros. Caso haja necessidade de internação e cirurgia, Oswaldo Passos Filho ressalta ser muito importante também a infraestrutura hospitalar. “O hospital deve contar com equipe multiprofissional especializada em procedimentos oncológicos com centro cirúrgico adequado para aqueles que são mais complexos e para pacientes, muitas vezes, desnutridos e inumossuprimidos pela doença.” Prevenção do câncer colorretal Como em todas as doenças, atitudes simples são importantes para a prevenção desta doença, dentre elas: Evitar ou parar de fumar; Evitar o sobrepeso; Reduzir o consumo de álcool; Exercitar-se regularmente; Ter uma alimentação saudável; Visitar o médico periodicamente, de acordo com a necessidade. Outra atitude importante é fazer exames para detectar e prevenir a doença em seus estágios iniciais, ainda em sua fase assintomática. A maioria dos casos de câncer colorretal e suas complicações podem ser prevenidos pelo rastreamento, que são ações para identificar lesões pré-cancerosas e neoplasias de forma precoce e em indivíduos com risco de câncer ainda assintomáticos, principalmente, para pacientes com este tipo de doença na família, diagnosticado entre 30 e 50 anos. Entre os exames preventivos estão a pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF), a colonoscopia e a retossigmoidoscopia. Você sabia que estamos no mês de conscientização do câncer colorretal. Saiba mais sobre o Março Azul Marinho. Sintomas do câncer colorretal Os sintomas são relacionados ao funcionamento e hábitos do intestino e que não significam, necessariamente, estar com câncer de intestino. Pacientes com hábito evacuatório diário ou a cada dois dias (cíclico), por exemplo, podem passar a ter obstipação intestinal e/ou diarreia. Outros sintomas são: Desejo de ir várias vezes ao banheiro, com a sensação de evacuação incompleta; Presença de sangue nas fezes; Dor abdominal tipo cólica, sensação de inchaço abdominal; Cansaço e fadiga podem ser em decorrência de anemia, geralmente provocada por pequenos sangramentos não visíveis nas evacuações; Perda de apetite; Perda de peso sem um motivo específico. Fonte: www.incariopreto.com.br

27 de maio

Austa Hospital e Hospital Care unem forças para melhorar ainda mais a saúde

São José do Rio Preto é referência em qualidade de vida. A medicina na cidade é de excelência, uma reputação que o Austa Hospital ajudou a consolidar. A história do Austa Hospital começou em 1980, quando um grupo de médicos formandos e alguns professores das primeiras turmas da faculdade de medicina de Rio Preto, na ânsia de exercer sua profissão a serviço da comunidade, se organizaram e construíram no hospital Pioneirismo Já mostrando sua vocação pelo pioneirismo, em 1989 o Austa Hospital criou a operadora Austa Clínicas, que inovou o mercado destacando-se por sua flexibilidade e alta capacidade de cuidar da saúde de seus clientes. Com coragem e determinação necessárias para fazer sempre mais e melhor, a partir de 1990, ampliou instalações, implantou o serviço de tomografia, ressonância magnética e hemodinâmica, expandiu o Austa laboratório sempre enfrentando os desafios de frente. Essa disposição transformou a instituição em um dos principais centros médicos da região tendo conquistado importantes prêmios e certificações, como a acreditação com excelência nível 3, a mais alta certificação de qualidade hospitalar conferida pela ONA: Organização Nacional de Acreditação. Hospital Care Em 2020 essa trajetória repleta de conquistas ganhou ainda mais força com a chegada da Hospital Care, uma das mais eficientes holdings administradoras de serviços de saúde do Brasil, que promove com maestria o equilíbrio entre pacientes, médicos, fontes pagadoras e acionistas, proporcionando um cuidado eficaz e humanizado, reduzindo custos e aumentando benefícios para todos. “E chegou o momento em que a diretoria vislumbrou que sozinhos não iríamos para frente. Procuramos várias a parcerias em Rio Preto e fomos procurados por vários parceiros, entre eles o Rogério Melzi, que é de São José do Rio Preto, nos procurou e apresentou o projeto muito consistente. Interessante que o discurso dele não mudou até hoje, que é o projeto de parceria com o Hospital Care. É um projeto que valoriza o médico valoriza a medicina de Rio Preto é uma parceria para sempre, e ficou muito claro que era necessário unir forças para crescer” Com essa integração, passamos a ter uma nova reestruturação de marca. Uma das principais iniciativas desta importante parceria com o Hospital Care foi a construção da unidade respiratória em prédio ao lado do hospital, exclusivamente dedicado a internação de pacientes com síndromes respiratórias agudas, suspeitos e confirmados de COVID 19. Covid Free Uma instalação única em Rio Preto, com atendimento baseado em fluxos distintos as atitudes implantadas e os investimentos realizados para a proteção de nossos colaboradores, médicos e pacientes, fizeram com que o Austa Hospital recebesse o selo Covid Free, um reconhecimento pelas boas práticas de prevenção para o enfrentamento de coronavírus Engrossando as nossas fileiras na promoção da saúde, se juntaram o renomado e IMC Instituto de Moléstias cardiovasculares e o seu hospital, o HMC. Essas instituições, com mais de 50 anos de consagrada experiência, computam, em sua história, grandes marcas, como a primeira cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea do interior do Estado de São Paulo, assim como pesquisa e tratamento da doença de chagas e condução de pesquisas com células-tronco. Além de ser referência em cardiologia, concentram profissionais de várias outras áreas da medicina Ainda melhor Os principais objetivos dessa união de forças, são oferecer o mais eficiente e cuidadoso sistema de saúde, além de um ambiente tecnológico e seguro para que nossos médicos possam exercer sua profissão com ainda mais perícia. E novas conquistas vêm pela frente: aquisição de equipamentos de ponta e implantação de tecnologia robótica para garantir ainda mais precisão para os nossos médicos e segurança aos nossos pacientes, elevando a medicina de Rio Preto a padrões internacionais. E o Retrofit em nossas estruturas, com modernização, construção e ampliação de diferentes serviços, um investimento que tem um claro propósito de proporcionar um atendimento da mais alta graduação e resultados promissores com ainda mais segurança e rápida recuperação para nossos pacientes Todo tempo estamos planejando e aprimorando formas de cumprir nossa missão de cuidar de gente com a determinação característica de quem tem paixão pelo que faz. Austa Hospital e Hospital Care

14 de outubro

AUSTA realiza ação de Dia das Crianças

Em comemoração ao Dia das Crianças (12 de outubro), o AUSTA realizou uma ação em clima de festa para os pequenos que passaram por atendimento no hospital durante todo o dia. Em consonância com um dos pilares do Grupo, a humanização, o AUSTA hospital surpreendeu e alegrou o dia das crianças internadas na pediatria, emergência, laboratório e USI AUSTA de Rio Preto e Potirendaba. Doces e diversão As crianças ganharam uma sacolinha surpresa com doces diversos, pirulitos e uma bexiga personalizada. Além disso, as enfermeiras também fizeram pintura corporal para a diversão completa dos baixinhos. A enfermeira da pediatria Fernanda Calegari ressaltou a importância de ações humanizadas, principalmente, em um momento atual de pandemia. “Nessa pandemia, sabemos que a saúde mental é uma grande preocupação que abala tanto a família quanto as crianças, por isso, essa ação humanizada visa um atendimento integral, o bem-estar e um momento de alegria para essas crianças”, afirmou Fernanda. Brincar em segurança A enfermeira ressalta ainda que tomando os devidos cuidados, é possível promover ações em datas como esta e acolher ainda mais os pacientes. “Atualmente, nosso atendimento passou a ser individualizado. Nós fomos aos quartos deles, fornecemos uma dieta específica para cada um, além de pincéis individuais, tudo com intuito de brincar, mas sem aglomerações”, explicou Fernanda. Amanda Carolina de Camargo, mãe da pequena Alice, de apenas um ano, que está internada para tratar de uma infecção, conta que esse tipo de ação é sempre bem-vinda e aprovou a iniciativa. “É uma distração para as crianças que estão passando por uma fase ruim, mas em momentos assim eles podem se divertir, distraem bastante, saem da rotina e isso acaba ajudando bastante no tratamento”, disse Amanda.

20 de janeiro

Vamos combater a Dengue

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=".vc_custom_1464893966846{margin-top: 25px !important;}"] A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. O seu principal vetor de transmissão é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. Existem quatro tipos de dengue, pois o vírus causador da dengue possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo, mas imunidade parcial e temporária contra os outros três. Embora pareça pouco agressiva, a doença pode evoluir para a dengue hemorrágica e a síndrome do choque da dengue, caracterizadas por sangramento e queda de pressão arterial, o que eleva o risco de morte. A melhor maneira de combater esse mal é atuando de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito. Tipos O vírus da dengue possui quatro variações, inicialmente todos os tipos de dengue causam os mesmo sintomas. Quando uma pessoa é infectada com um determinado tipo de vírus, cria anticorpos no seu organismo e não irá mais contrair a doença por esse mesmo vírus, mas ainda pode ser infectada pelos outros três tipos. Isso quer dizer que só é possível pegar dengue quatro vezes. Caso ocorra um segundo ou terceiro episódio da dengue, há risco aumentado para formas mais graves da doença, como a dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue. Na maioria dos casos, a pessoa infectada não apresenta sintomas da dengue, combatendo o vírus sem nem saber que ele está em seu corpo. Para aqueles que apresentam sintomas, os tipos de dengue podem se manifestar clinicamente nas seguintes formas: Dengue clássica A dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe. Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sintomas como febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, entre outros. Dengue hemorrágica A dengue hemorrágica acontece quando a pessoa infectada com dengue sofre alterações na coagulação sanguínea. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte. No geral, a dengue hemorrágica é mais comum quando a pessoa está sendo infectada pela segunda ou terceira vez. Os sintomas iniciais são parecidos com os da dengue clássica, e somente após o terceiro ou quarto dia surgem hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos. Na dengue hemorrágica, ocorre uma queda na pressão arterial do paciente, podendo gerar tonturas e quedas. Síndrome do choque da dengue A síndrome de choque da dengue é a complicação mais séria da dengue, se caracterizando por uma grande queda ou ausência de pressão arterial, acompanhado de inquietação, palidez e perda de consciência. Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode sofrer várias complicações neurológicas e cardiorrespiratórias, além de insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. Além disso, a síndrome de choque da dengue não tratada pode levar a óbito. Causas O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito da dengue adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de três a 15 dias para a doença se manifestar, sendo mais comum cinco a seis dias. Sintomas Sintomas da dengue clássica Os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e duram entre 5 a 7 dias. Os principais sinais são: Febre alta com início súbito (39° a 40°C) Forte dor de cabeça Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos Perda do paladar e apetite Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores Náuseas e vômitos Tontura Extremo cansaço Moleza e dor no corpo Muitas dores nos ossos e articulações Dor abdominal (principalmente em crianças). Sintomas da dengue hemorrágica Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica. A diferença é que a febre diminui ou cessa após o terceiro ou quarto dia da doença e surgem hemorragias em função do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. Quando acaba a febre começam a surgir os sinais de alerta: Dores abdominais fortes e contínuas Vômitos persistentes Pele pálida, fria e úmida Sangramento pelo nariz, boca e gengivas Manchas vermelhas na pele Comportamento variando de sonolência à agitação Confusão mental Sede excessiva e boca seca Dificuldade respiratória Queda da pressão arterial. Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória. A baixa circulação sanguínea pode levar a pessoa a um estado de choque. Embora a maioria dos pacientes com dengue não desenvolva choque, a presença de certos sinais alertam para esse quadro: Dor abdominal persistente e muito forte Mudança de temperatura do corpo e suor excessivo Comportamento variando de sonolência à agitação Pulso rápido e fraco Palidez Perda de consciência. A síndrome de choque da dengue, quando não tratada, pode levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. Tratamento de Dengue Não existe tratamento específico contra o vírus da dengue, é possível tratar os sintomas decorrentes da doença, ou seja, fazer um tratamento sintomático. É importante apenas tomar muito líquido para evitar a desidratação. Caso haja dores e febre, seu médico pode receitar algum medicamento. Pacientes com dengue ou suspeita de dengue devem evitar automedicação. Como se prevenir da dengue O mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de prevenir a dengue! Veja como eliminar o risco: Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água. Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d’água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris. Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas. Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água. Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água. Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados. Drenar terrenos onde ocorra formação de poças. Não acumular latas, pneus e garrafas. Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno. Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento. Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada. Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos. Manter permanentemente secos, subsolos e garagens. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

23 de agosto

AUSTA realiza palestra sobre tromboembolismo venoso (TEV)

O tromboembolismo venoso (TEV) atinge, todo ano, milhares de pacientes internados nos hospitais do mundo, com alta taxa de morbimortalidade. É uma doença que pode resultar em sequelas crônicas ou até em morte, e pode ser evitada com uso de profilaxia. A embolia pulmonar é a terceira causa de morte, depois do infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. Há mais de duas décadas, o AUSTA hospital trata o tromboembolismo venoso com a seriedade e gravidade que a doença merece, tanto que realizou megaestudo envolvendo cerca de 70 mil pacientes, cujas conclusões mereceram publicação no Jornal Vascular Brasileiro (JVB), revista referência nessa especialidade médica no Brasil. O AUSTA também instituiu, no início dos anos 2.000, minucioso protocolo de prevenção do TEV, seguido com critério e seriedade por seu corpo clínico, equipe de enfermagem e demais profissionais da saúde. Periodicamente, o Hospital promove eventos de atualização para estes profissionais sobre o tromboembolismo. Na noite da última quinta-feira, 23 de agosto, o AUSTA hospital promoveu palestra com a médica pneumologista e intensivista, dra. Ana Thereza Rocha, para seus médicos e demais profissionais. Foi abordado os medicamentos preventivos da doença. Dra. Ana é professora adjunta e chefe do departamento de saúde da família da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia. “O TEV é considerado a maior causa evitável de mortalidade em pacientes, ou seja, se ministrados os medicamentos corretos e adotadas as ações de profilaxia, reduzimos drasticamente o risco dos pacientes terem sequelas ou morrer”, afirma a médica-cirurgiã vascular, dra. Selma Regina de Oliveira Raymundo, responsável pelo time TEV da instituição. No AUSTA hospital, o protocolo de prevenção da doença é realizado no momento da internação dos pacientes potencialmente de risco para tromboembolismo, como, por exemplo: 1. pós-operatório de cirurgias ortopédicas e cirurgias abdominais; 2. pós-infarto agudo do miocárdio; 3. pacientes com imobilidade reduzida e/ou repouso prolongado, entre outros. Pacientes hospitalizados com doenças clínicas agudas também apresentam risco significativo: aproximadamente 10% a 30% dos pacientes clínicos podem evoluir para TEV. A insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e insuficiência respiratória também elevam o risco trombótico em até 10 vezes. As ações preventivas consistem na administração de medicamentos anticoagulantes (em pacientes de médio e alto risco) e também na utilização de meias elásticas e botas pneumáticas, além de orientações na deambulação o mais precocemente possível depois de cirurgias e movimentação ativa dos membros inferiores.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type="image_grid" images="14392,14393,14394,14395,14396"][/vc_column][/vc_row]

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